O que mudou no Lunixar desde a versão 1
Se você trabalha com operações de TI de forma séria — seja como MSP ou em uma equipe interna — sabe que existem dois tipos de ferramentas:
- As que _funcionam mais ou menos_ e fazem você se adaptar a elas.
- E as que evoluem até o ponto em que parece que a plataforma está trabalhando com você.
Desde que o Lunixar chegou à versão 1.0, o foco foi exatamente esse: menos atrito, mais controle, melhor visibilidade e uma plataforma preparada para escalar operações reais.
Em vez de jogar um changelog técnico enorme na sua frente, vamos falar sobre as mudanças que realmente fazem diferença no dia a dia — o que melhorou, por que importa e como aproveitar melhor.
1) Alertas com contexto real (não é só “algo aconteceu”)
Um dos maiores avanços desde a 1.0 foi transformar alertas simples em um ciclo de vida completo, com histórico.
Agora você consegue ver:
- Estado da alerta (ativa/resolvida/ignorada),
- Primeira e última detecção,
- Número de ocorrências,
- Data de resolução,
- E um timeline de eventos mostrando como o problema evoluiu.
Isso muda completamente a conversa com o cliente quando ele diz:
“Isso acontece sempre.”
Agora você tem dados reais — não achismo.
Dica prática: use o histórico para justificar correções estruturais ou upgrades de infraestrutura.
2) Menos ruído por e-mail, mais sinal
Quem opera monitoramento sabe:
muitos alertas por e-mail = ninguém presta atenção.
Na linha 1.x, o Lunixar fortaleceu bastante o sistema de notificações:
- Configuração por empresa,
- Regras por tipo de alerta e categoria,
- Destinatários por regra (em vez de uma lista global),
- Mecanismos de “cooldown” para evitar e-mails duplicados,
- Templates conforme o idioma do usuário (PT/EN/ES).
Resultado: alertas que realmente chamam atenção.
Dica prática: comece com poucos responsáveis recebendo alertas críticos e amplie depois.
3) Regras mais inteligentes por tipo de dispositivo
Esse é um dos upgrades mais valiosos para MSPs: agora as regras conseguem considerar múltiplos tipos de dispositivo.
Por quê isso importa?
- Laptop de usuário que desliga todo dia,
- Servidor que precisa ficar 24/7,
- VM crítica,
- Ou uma máquina recém-descoberta…
…não deveriam ser tratados da mesma forma.
Com isso, você consegue reduzir falsos positivos e operar com muito mais precisão.
Dica prática: mantenha “Dispositivo desconectado” rigoroso para servidores e VMs — e bem mais flexível para estações de trabalho.
4) Realtime de verdade (ver o problema na hora)
O fluxo realtime também foi reforçado:
- Sessões realtime por empresa,
- Validação com bind e heartbeat,
- Eventos push quando uma alerta dispara,
- Popups na interface,
- E um badge de alertas não vistos muito mais confiável.
Na prática: você enxerga incidentes críticos assim que acontecem, sem precisar ficar atualizando telas.
Dica prática: esse tempo de reação é o que faz seu serviço se destacar.
5) Endurecimento silencioso (o que não aparece, mas sustenta tudo)
Não é glamouroso — mas é essencial.
Nos bastidores, o Lunixar implementou:
- Limitação de requisições em endpoints sensíveis,
- Ordenação no servidor para grandes volumes,
- Fluxos retrocompatíveis para não quebrar clientes,
- Comunicação backend ↔ websocket mais robusta.
Tradução: menos surpresas, mais estabilidade e mais confiança para escalar.
Dica prática: conforme você cresce, estabilidade vale mais do que novos recursos.
6) UX: menos cliques, fluxos mais claros
A experiência para configurar regras e notificações melhorou bastante:
- Organização melhor em Settings,
- Páginas dedicadas,
- Sidebar reestruturado,
- Filtros e buscas mais claros,
- Melhor uso no mobile.
Você talvez nem perceba de primeira — mas depois de configurar dezenas de regras, vai agradecer.
Dica prática: cada melhoria de UX reduz erros operacionais e tickets internos.
Bônus: o que isso diz sobre o rumo do Lunixar
Se você está avaliando plataformas de RMM, essa evolução mostra algo importante:
- Lunixar não está só adicionando funcionalidades.
- Está amadurecendo a plataforma para operações reais.
Para MSPs, isso pesa muito mais do que features chamativas.
Fechamento
Desde a versão 1.0, o Lunixar se concentrou em três pilares que realmente fazem diferença:
- Alertas com rastreabilidade real,
- Notificações por e-mail controláveis,
- Uma plataforma realtime mais sólida.
Se você já está cansado de um RMM que parece um monte de ferramentas coladas, o Lunixar segue pelo caminho oposto: simples para técnicos, eficiente para a operação e preparado para crescer.
E se você quer saber o que vem pela frente — novas alertas, controles de segurança mais profundos e automação — pode esperar que essa evolução continue.
Menos caos. Mais controle.
