Atualizações · 9 de fevereiro de 2026

O que mudou no Lunixar desde a versão 1

Se você trabalha com operações de TI de forma séria — seja como MSP ou em uma equipe interna — sabe que existem dois tipos de ferramentas:

  • As que _funcionam mais ou menos_ e fazem você se adaptar a elas.
  • E as que evoluem até o ponto em que parece que a plataforma está trabalhando com você.

Desde que o Lunixar chegou à versão 1.0, o foco foi exatamente esse: menos atrito, mais controle, melhor visibilidade e uma plataforma preparada para escalar operações reais.

Em vez de jogar um changelog técnico enorme na sua frente, vamos falar sobre as mudanças que realmente fazem diferença no dia a dia — o que melhorou, por que importa e como aproveitar melhor.

1) Alertas com contexto real (não é só “algo aconteceu”)

Um dos maiores avanços desde a 1.0 foi transformar alertas simples em um ciclo de vida completo, com histórico.

Agora você consegue ver:

  • Estado da alerta (ativa/resolvida/ignorada),
  • Primeira e última detecção,
  • Número de ocorrências,
  • Data de resolução,
  • E um timeline de eventos mostrando como o problema evoluiu.

Isso muda completamente a conversa com o cliente quando ele diz:

“Isso acontece sempre.”

Agora você tem dados reais — não achismo.

Dica prática: use o histórico para justificar correções estruturais ou upgrades de infraestrutura.

2) Menos ruído por e-mail, mais sinal

Quem opera monitoramento sabe:

muitos alertas por e-mail = ninguém presta atenção.

Na linha 1.x, o Lunixar fortaleceu bastante o sistema de notificações:

  • Configuração por empresa,
  • Regras por tipo de alerta e categoria,
  • Destinatários por regra (em vez de uma lista global),
  • Mecanismos de “cooldown” para evitar e-mails duplicados,
  • Templates conforme o idioma do usuário (PT/EN/ES).

Resultado: alertas que realmente chamam atenção.

Dica prática: comece com poucos responsáveis recebendo alertas críticos e amplie depois.

3) Regras mais inteligentes por tipo de dispositivo

Esse é um dos upgrades mais valiosos para MSPs: agora as regras conseguem considerar múltiplos tipos de dispositivo.

Por quê isso importa?

  • Laptop de usuário que desliga todo dia,
  • Servidor que precisa ficar 24/7,
  • VM crítica,
  • Ou uma máquina recém-descoberta…

…não deveriam ser tratados da mesma forma.

Com isso, você consegue reduzir falsos positivos e operar com muito mais precisão.

Dica prática: mantenha “Dispositivo desconectado” rigoroso para servidores e VMs — e bem mais flexível para estações de trabalho.

4) Realtime de verdade (ver o problema na hora)

O fluxo realtime também foi reforçado:

  • Sessões realtime por empresa,
  • Validação com bind e heartbeat,
  • Eventos push quando uma alerta dispara,
  • Popups na interface,
  • E um badge de alertas não vistos muito mais confiável.

Na prática: você enxerga incidentes críticos assim que acontecem, sem precisar ficar atualizando telas.

Dica prática: esse tempo de reação é o que faz seu serviço se destacar.

5) Endurecimento silencioso (o que não aparece, mas sustenta tudo)

Não é glamouroso — mas é essencial.

Nos bastidores, o Lunixar implementou:

  • Limitação de requisições em endpoints sensíveis,
  • Ordenação no servidor para grandes volumes,
  • Fluxos retrocompatíveis para não quebrar clientes,
  • Comunicação backend ↔ websocket mais robusta.

Tradução: menos surpresas, mais estabilidade e mais confiança para escalar.

Dica prática: conforme você cresce, estabilidade vale mais do que novos recursos.

6) UX: menos cliques, fluxos mais claros

A experiência para configurar regras e notificações melhorou bastante:

  • Organização melhor em Settings,
  • Páginas dedicadas,
  • Sidebar reestruturado,
  • Filtros e buscas mais claros,
  • Melhor uso no mobile.

Você talvez nem perceba de primeira — mas depois de configurar dezenas de regras, vai agradecer.

Dica prática: cada melhoria de UX reduz erros operacionais e tickets internos.

Bônus: o que isso diz sobre o rumo do Lunixar

Se você está avaliando plataformas de RMM, essa evolução mostra algo importante:

  • Lunixar não está só adicionando funcionalidades.
  • Está amadurecendo a plataforma para operações reais.

Para MSPs, isso pesa muito mais do que features chamativas.

Fechamento

Desde a versão 1.0, o Lunixar se concentrou em três pilares que realmente fazem diferença:

  • Alertas com rastreabilidade real,
  • Notificações por e-mail controláveis,
  • Uma plataforma realtime mais sólida.

Se você já está cansado de um RMM que parece um monte de ferramentas coladas, o Lunixar segue pelo caminho oposto: simples para técnicos, eficiente para a operação e preparado para crescer.

E se você quer saber o que vem pela frente — novas alertas, controles de segurança mais profundos e automação — pode esperar que essa evolução continue.

Menos caos. Mais controle.