RMM · 11 de fevereiro de 2026

Por que você precisa de um RMM

Se você faz suporte de TI (seja em um MSP ou em um time interno), com certeza já viveu isso: tudo está indo bem… até que chega a avalanche.

Um usuário fala “meu PC está lento”, outro “não imprime”, alguém “não consegue entrar no Teams” e, de repente, você já está:

  • apagando incêndios,
  • caçando informação,
  • pulando entre ferramentas,
  • e fechando chamados na base da força de vontade.

Um RMM (Remote Monitoring and Management) bem usado é o antídoto para esse caos. Não é só “monitoramento”: é organização, controle, automação e, principalmente, tempo de volta pra você.

Aqui vão 5 motivos reais (dos que você sente na rotina) para você precisar de um RMM, com exemplos práticos e como tirar o máximo.

1) Você descobre antes do usuário (e evita o “deu ruim”)

Sem RMM, o fluxo é: o usuário sofre → avisa → você corre.

Com RMM, você vira o jogo: você vê primeiro.

Exemplos bem comuns:

  • Disco em 92% e subindo (em dois dias estoura).
  • Antivírus desativado “sem querer”.
  • Serviço crítico parou (e ninguém percebeu).
  • CPU travada em 100% há horas.
  • Dispositivo “offline” que, na real, perdeu rede.

Com RMM, você recebe alerta, entra no equipamento e muitas vezes resolve antes mesmo de virar chamado.

Dica prática: crie alertas por “tendência”, não só por “já quebrou”. Ex.: espaço em disco <15% ou crescimento anormal de logs. Isso reduz emergências de verdade.

2) Você para de pedir “manda print” (tem contexto em segundos)

Sem RMM, você entra no modo interrogatório:

  • “Qual versão do Windows?”
  • “Quanto de RAM tem?”
  • “Qual é a mensagem do erro?”
  • “Qual o nome do PC?”
  • “Que programas estão instalados?”

E o usuário: “não tô na frente do computador agora”.

Com RMM, esse contexto já está aí:

  • Inventário de hardware e software,
  • Sistema operacional e versão,
  • Status do antivírus,
  • Uso de CPU/RAM/Disco,
  • Serviços, processos, eventos, etc.

Isso corta chamados de 30 minutos pra 5, porque você não começa no escuro.

Dica prática: monte uma visão rápida de “saúde do dispositivo” e use como primeiro passo padrão antes de mexer em qualquer coisa. Menos chute, mais precisão.

3) Você automatiza o repetitivo (e o suporte deixa de ser artesanal)

Tem tarefas que se repetem demais:

  • Limpar temporários,
  • Reiniciar serviços,
  • Resolver coisas básicas,
  • Aplicar configurações padrão,
  • Rodar scripts,
  • Instalar ou atualizar software.

Sem RMM, é manual, um por um, com acesso remoto e paciência.

Com RMM, vira:

  • scripts sob demanda (1 clique),
  • tarefas agendadas (por horário),
  • remediação automática (se X acontecer, faz Y).

Exemplo real: “Outlook não abre” toda semana por causa de um add-in. Com RMM, você detecta o padrão e roda um script que desativa o add-in ou repara o perfil. Vira rotina, não drama.

Dica prática: automatize primeiro o que acontece “todo dia”. Se algo leva 10 minutos e acontece 20 vezes no mês… aí está o ganho.

4) Você escala sem queimar o time (mais endpoints por técnico)

Um MSP cresce de dois jeitos: vendendo mais… e sobrevivendo ao que vendeu.

Sem um sistema, cada cliente novo adiciona:

  • mais chamados,
  • mais urgências,
  • mais “coisinhas”,
  • mais atrito operacional.

Um RMM te permite gerenciar mais dispositivos com o mesmo time porque reduz tempo morto e deixa o trabalho mais “industrial”:

  • alertas proativos em vez de chamados reativos,
  • ações em lote (10 máquinas numa tacada),
  • políticas e padronização,
  • menos visitas presenciais por besteira.

Dica prática: agrupe por tipo de problema e resolva em lote. Ex.: 15 PCs com pouco disco → limpeza + identificar pastas pesadas + aplicar política de manutenção. Com RMM é uma sessão focada; sem RMM é uma semana perdida.

5) Sua operação fica mais profissional (e o cliente percebe)

Isso aqui quase ninguém conta, mas é enorme: percepção.

Não é a mesma coisa:

“Me manda o código do AnyDesk… vamos ver se conecta…”

vs

“Já verifiquei o dispositivo — o serviço caiu às 10:12, reiniciei, ficou estável e deixei alerta se acontecer de novo.”

Um RMM bem implementado te dá:

  • consistência,
  • rastreabilidade,
  • histórico,
  • e um jeito de trabalhar que não depende de “um técnico específico”.

Isso constrói confiança. E em TI, confiança vende.

Dica prática: acompanhe métricas simples: tempo até a primeira ação, chamados evitados por alertas, incidentes recorrentes resolvidos com remediação. Isso ajuda a provar valor (e preço).

Bônus: o que faz um RMM ser realmente bom

Vou falar direto: nem todo RMM é igual, e usar “meio termo” é tipo pagar academia só pra tirar foto.

Pra um RMM ser realmente pro, você precisa de três coisas:

  • Segurança: funções, permissões, auditoria, controle de sessões remotas e scripts.
  • Estabilidade: agente confiável e plataforma que não falha quando você precisa.
  • Integração operacional: remoto + monitoramento + automação + inventário no mesmo fluxo.

Quando isso se alinha, o RMM deixa de ser “uma ferramenta” e vira o sistema operacional do seu suporte.

E é aí que o Lunixar RMM faz sentido: a ideia é você parar de pular entre mil apps e trabalhar numa plataforma onde você monitora, reage e automatiza com ordem — e o suporte remoto vira parte natural do dia a dia.

Fechamento

Se você ainda opera suporte no modo “quando quebrar, me avisam”, você está comprando estresse de graça.

Um RMM te dá:

  • prevenção,
  • contexto imediato,
  • automação,
  • escala,
  • e uma operação mais profissional.

E quando isso vira padrão, seus dias ficam mais leves, seu serviço parece mais sólido e você recupera tempo pro que realmente faz crescer: processos melhores, automação e atendimento mais forte.

Por isso o Lunixar RMM encaixa tão bem: não é “mais um app”, é uma plataforma pensada pra você atender mais rápido, com menos atrito e controle total. Se você quer um jeito moderno de operar como MSP (ou TI interno) com um fluxo pro e escalável, Lunixar RMM é o caminho.