Por que você precisa de um RMM
Se você faz suporte de TI (seja em um MSP ou em um time interno), com certeza já viveu isso: tudo está indo bem… até que chega a avalanche.
Um usuário fala “meu PC está lento”, outro “não imprime”, alguém “não consegue entrar no Teams” e, de repente, você já está:
- apagando incêndios,
- caçando informação,
- pulando entre ferramentas,
- e fechando chamados na base da força de vontade.
Um RMM (Remote Monitoring and Management) bem usado é o antídoto para esse caos. Não é só “monitoramento”: é organização, controle, automação e, principalmente, tempo de volta pra você.
Aqui vão 5 motivos reais (dos que você sente na rotina) para você precisar de um RMM, com exemplos práticos e como tirar o máximo.
1) Você descobre antes do usuário (e evita o “deu ruim”)
Sem RMM, o fluxo é: o usuário sofre → avisa → você corre.
Com RMM, você vira o jogo: você vê primeiro.
Exemplos bem comuns:
- Disco em 92% e subindo (em dois dias estoura).
- Antivírus desativado “sem querer”.
- Serviço crítico parou (e ninguém percebeu).
- CPU travada em 100% há horas.
- Dispositivo “offline” que, na real, perdeu rede.
Com RMM, você recebe alerta, entra no equipamento e muitas vezes resolve antes mesmo de virar chamado.
Dica prática: crie alertas por “tendência”, não só por “já quebrou”. Ex.: espaço em disco <15% ou crescimento anormal de logs. Isso reduz emergências de verdade.
2) Você para de pedir “manda print” (tem contexto em segundos)
Sem RMM, você entra no modo interrogatório:
- “Qual versão do Windows?”
- “Quanto de RAM tem?”
- “Qual é a mensagem do erro?”
- “Qual o nome do PC?”
- “Que programas estão instalados?”
E o usuário: “não tô na frente do computador agora”.
Com RMM, esse contexto já está aí:
- Inventário de hardware e software,
- Sistema operacional e versão,
- Status do antivírus,
- Uso de CPU/RAM/Disco,
- Serviços, processos, eventos, etc.
Isso corta chamados de 30 minutos pra 5, porque você não começa no escuro.
Dica prática: monte uma visão rápida de “saúde do dispositivo” e use como primeiro passo padrão antes de mexer em qualquer coisa. Menos chute, mais precisão.
3) Você automatiza o repetitivo (e o suporte deixa de ser artesanal)
Tem tarefas que se repetem demais:
- Limpar temporários,
- Reiniciar serviços,
- Resolver coisas básicas,
- Aplicar configurações padrão,
- Rodar scripts,
- Instalar ou atualizar software.
Sem RMM, é manual, um por um, com acesso remoto e paciência.
Com RMM, vira:
- scripts sob demanda (1 clique),
- tarefas agendadas (por horário),
- remediação automática (se X acontecer, faz Y).
Exemplo real: “Outlook não abre” toda semana por causa de um add-in. Com RMM, você detecta o padrão e roda um script que desativa o add-in ou repara o perfil. Vira rotina, não drama.
Dica prática: automatize primeiro o que acontece “todo dia”. Se algo leva 10 minutos e acontece 20 vezes no mês… aí está o ganho.
4) Você escala sem queimar o time (mais endpoints por técnico)
Um MSP cresce de dois jeitos: vendendo mais… e sobrevivendo ao que vendeu.
Sem um sistema, cada cliente novo adiciona:
- mais chamados,
- mais urgências,
- mais “coisinhas”,
- mais atrito operacional.
Um RMM te permite gerenciar mais dispositivos com o mesmo time porque reduz tempo morto e deixa o trabalho mais “industrial”:
- alertas proativos em vez de chamados reativos,
- ações em lote (10 máquinas numa tacada),
- políticas e padronização,
- menos visitas presenciais por besteira.
Dica prática: agrupe por tipo de problema e resolva em lote. Ex.: 15 PCs com pouco disco → limpeza + identificar pastas pesadas + aplicar política de manutenção. Com RMM é uma sessão focada; sem RMM é uma semana perdida.
5) Sua operação fica mais profissional (e o cliente percebe)
Isso aqui quase ninguém conta, mas é enorme: percepção.
Não é a mesma coisa:
“Me manda o código do AnyDesk… vamos ver se conecta…”
vs
“Já verifiquei o dispositivo — o serviço caiu às 10:12, reiniciei, ficou estável e deixei alerta se acontecer de novo.”
Um RMM bem implementado te dá:
- consistência,
- rastreabilidade,
- histórico,
- e um jeito de trabalhar que não depende de “um técnico específico”.
Isso constrói confiança. E em TI, confiança vende.
Dica prática: acompanhe métricas simples: tempo até a primeira ação, chamados evitados por alertas, incidentes recorrentes resolvidos com remediação. Isso ajuda a provar valor (e preço).
Bônus: o que faz um RMM ser realmente bom
Vou falar direto: nem todo RMM é igual, e usar “meio termo” é tipo pagar academia só pra tirar foto.
Pra um RMM ser realmente pro, você precisa de três coisas:
- Segurança: funções, permissões, auditoria, controle de sessões remotas e scripts.
- Estabilidade: agente confiável e plataforma que não falha quando você precisa.
- Integração operacional: remoto + monitoramento + automação + inventário no mesmo fluxo.
Quando isso se alinha, o RMM deixa de ser “uma ferramenta” e vira o sistema operacional do seu suporte.
E é aí que o Lunixar RMM faz sentido: a ideia é você parar de pular entre mil apps e trabalhar numa plataforma onde você monitora, reage e automatiza com ordem — e o suporte remoto vira parte natural do dia a dia.
Fechamento
Se você ainda opera suporte no modo “quando quebrar, me avisam”, você está comprando estresse de graça.
Um RMM te dá:
- prevenção,
- contexto imediato,
- automação,
- escala,
- e uma operação mais profissional.
E quando isso vira padrão, seus dias ficam mais leves, seu serviço parece mais sólido e você recupera tempo pro que realmente faz crescer: processos melhores, automação e atendimento mais forte.
Por isso o Lunixar RMM encaixa tão bem: não é “mais um app”, é uma plataforma pensada pra você atender mais rápido, com menos atrito e controle total. Se você quer um jeito moderno de operar como MSP (ou TI interno) com um fluxo pro e escalável, Lunixar RMM é o caminho.
